Floresta dos Guarás (Trecho 9 da Trilha Amazônia Atlântica

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Floresta dos Guarás (Trecho 9 da  Trilha Amazônia Atlântica
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Floresta dos Guarás (Trecho 9 da  Trilha Amazônia Atlântica
Floresta dos Guarás (Trecho 9 da  Trilha Amazônia Atlântica
Descrição

Falar da floresta dos Guarás é falar do litoral maranhense. É falar de floresta de mangue. E falar de mangue é falar da Amazônia Atlântica. 80% dos manguezais do país é amazônico distribuído entre o Maranhão, Pará e Amapá. Mas só os manguezais maranhenses e paraenses formam a maior faixa contínua de manguezais do planeta na chamada Costa de Manguezais de Macromaré da Amazônia. No litoral ocidental do Maranhão eles estão protegidos em muitas reservas extrativistas marítimas e são sítios RAMSAR que lhes outorga uma importância global de área úmida e de importante refúgio para aves migratórias. Alguns dos municípios mais negros do país estão aqui como nas cidades históricas de Cururupu e Guimarães. Serrano do Maranhão é oficialmente o município mais preto do Brasil. Isso também reflete na cultura pulsante de todo esse litoral. O “afroturismo” é um dos segmentos com maior potencial, além do ecoturismo. No interior, a presença quilombola é marcante como as comunidades de Entre Rios, Aliança, Damásio e a mais famosa de todas que é – ao mesmo tempo – quilombola e reserva extrativista: Frechal, em Mirinzal. Campos naturais, babaçuais, igarapés e banhos refrescantes em meio a fragmentos de floresta amazônica que resistem na zona rural de toda essa região também são grandes atrativos. Cururupu possivelmente seja o município com mais atrativos naturais e culturais de toda essa região. É simplesmente a cidade que possui o maior litoral em território municipal do Brasil, que faz parte de uma das maiores reservas extrativistas marinhas – a de Cururupu. A Resex Cururupu é um mundo de arquipélagos selvagens ou povoados apenas por comunidades de pescadores com manguezais sem fim, coqueirais, restingas e praias desertas espetaculares. A mais famosa é a Ilha dos Lençóis, formada por dunas com lagoas na época de chuvas, praias e uma comunidade que ainda acredita na lenda/mito da volta do Rei Sebastião, que aparece encantado nas noites de lua cheia em forma de touro negro.

Orientações
Extensão: 138.34 Km
Status de acesso: Aberta
Dificuldade Moderado
Orientação Fácil
Nível de Sinalização Parcial
Conservação Bom
Exposição ao Risco Baixo
Exposição ao Sol Alta
Ponto de Hidratação Disponível
Escalaminhada Não Há
Altitude Mínima: 1m
Altitude Máxima: 1m
Desnível Negativo: 1m
Desnível Positivo: 1m
Dicas

O período chuvoso vai de janeiro a setembro, enquanto o período mais seco ocorre de julho a dezembro, mas é possível percorrer a trilha em qualquer época do ano. Você pode fazer a trilha de forma autônoma ou optar pela contratação de empresas locais que oferecem apoio e guiamento, garantindo uma experiência mais rica e segura. Ao longo do percurso, você encontrará diversos locais para um refrescante banho de igarapé, além de comunidades rurais e tradicionais que podem oferecer apoio em sua jornada. Esteja preparado para a alta exposição ao sol, pois a trilha inclui muitas estradas de terra e algumas trilhas mais fechadas (single tracks). Para quem deseja uma imersão na cultura local, prepare-se para dormir em rede, uma experiência altamente recomendada e muito utilizada pela comunidade. É uma opção leve e prática, então não esqueça de levar um par de cordas de aproximadamente 1,2m para pendurá-la, garantindo uma boa noite de descanso sob as estrelas.

Mapa
Orientações
Extensão: 138.34 Km
Dificuldade: Moderado
Orientação: Fácil
Nível de Sinalização: Parcial
Altitude Mínima: 1m
Altitude Máxima: 1m
Desnível Negativo: 1m
Desnível Positivo: 1m
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